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1# O convite

Oi oi oi!

Hoje vou iniciar uma série de posts em comemoração ao aniversário de um mês de nosso casamento, eu e André. Esse não é um blog diário, e coisas deste tipo, sentimentais, então porque falar do nosso casamento, algo tão pessoal? Eu explico, é porque nosso casamento foi intensamente feito artesanalmente, por nossas mãos, com a ajuda de nossos familiares e amigos. Queríamos fazer algo bem pessoal, com nossa “cara”, e ainda mais, que combinasse com as coisas que acreditamos e com o estilo de vida que levamos. E uma das coisas que acreditamos é que não é preciso gastar grana para obter diversão, experiências de vida e felicidade. A única coisa necessária é energia, força de vontade e muito trabalho, transpiração e cooperação.

Bom, vamos ao trabalho! Abaixo estão as fotos do passo inicial dos preparativos para nosso casamento, o convite, ou melhor, o papel do convite, o qual começamos a reciclar cerca de 6 meses antes do casamento. Reciclamos toda papeleira velha e inútil que acumulamos ao longo da universidade, da doação dos amigos e também de alguns papéis que o porteiro do prédio recolheu pra gente ao ver a galera deixando na lixeira. Depois de reciclado, e pronto pra impressão, era a hora de estampar. Ops, esqueci de dizer, mas a caricatura e o layout do convide também foram feitos por mim, ou seja, custo R$ 0,00 nos convites, e demorei 1 final de semana na caricatura, e outro na formatação final do convite. A serigrafia foi cortesia do Angelo, irmão e padrinho do casório, e levou 2 horas num sábado pra fazer. A tinta utilizada era um pote de tinta velha que tava esquecido e endurecido na serigrafia, foi só jogar uma água e bereuza-creuza! Tava ótimo pra usar no papel.

Primeiro processo de reciclagem do papel

Tentamos usar apenas um bastidor, e não deu muito certo

Caneta nanquim sobre papel canson

Prontos pra estampar

Angelo preparando a tela

Depois da produção em série (não tão em série assim) do papel reciclado em casa, do rascunho transformado em vetor, da tela gravada, da cor da tinta misturada, era hora de ter coragem e jogar tinta nas folhas de papel tão suadamente confeccionadas e fazer convites em série. O medo era de errar ou borrar muito a tela devido a rugosidade do papel artesanal, mas no fim, umas 5 apenas ficarm não tão boas, e a maioria ficou com uma ótima definição. Então, abaixo como o convite ficou:

O envelope foi de papel reciclado industrial tipo Kraft, ou pardo, que nós também fizemos, não o papel, mas o desenho dele.

Hoje é isso! Nos próximos posts, outras etapas dos preparativos para o casório e um pouquinho mais de nossa história.

Inté!

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